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Petrobras anuncia redução no preço de gasolina, diesel e gás

Petrobras

Foto/Imagem: Group Publishing

Petrobras anunciou fim da paridade de importação do petróleo com o dólar internacional

Novos valores caem R$ 0,40 na gasolina, R$ 0,44 no diesel e R$ 8,97 por botijão de 13 quilos, e passam a valer já nesta próxima quarta-feira (17)

O presidente da Petrobras anunciou nesta terça-feira (16) redução nos preços da gasolina, do óleo diesel e do GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), o chamado “gás de cozinha”, que passam a valer já nesta quarta-feira (17).

As reduções foram de 12,6% para a gasolina; 12,88% para o diesel, e 21,3% para o gás de cozinha. Com isso, o diesel tem diminuição de R$ 0,44 por litro no preço para as distribuidoras, o que faz com que diminua de R$ 3,46 para R$ 3,02.

Já o valor da gasolina, com queda de R$ 0,40, recua de R$ 3,18 para R$ 2,78 às distribuidoras. O gás de cozinha cai R$ 8,97 por botijão de 13 quilos. Com isso, segundo a Petrobras, o preço ao consumidor final pode chegar abaixo de R$ 100. O valor cobrado pelas revendedoras, entretanto, não é controlado diretamente nem pela estatal nem pelo governo.

NOVA POLÍTICA DE PREÇOS

A Petrobras também anunciou nova política de preços de combustíveis. No comunicado, nesta terça-feira (16), a estatal disse que é o fim da paridade de importação do petróleo, e de seus derivados gasolina e diesel, com o dólar internacional. De agora em diante, os reajustes dos combustíveis serão realizados sem periodicidade, o que evita o repasse da volatilidade e do câmbio internacionais aos preços internos. O comunicado no portal da estatal foi publicado nesta terça-feira (16).

“Informamos que nossa diretoria executiva aprovou a estratégia comercial para definição de preços de diesel e gasolina da Petrobras, em substituição à política de preços de diesel e gasolina comercializados por nossas refinarias”, informa. 

Anteriormente o cálculo, denominada pela estatal de PPI (Preço de Paridade de Importação), era feito levando em consideração o valor do petróleo no mercado mundial, além de custos com logística, como, por exemplo, taxas cobradas pelos portos, fretamento de navios e utilização de dutos internos para transporte dos produtos.

A estatal informa que, a partir de agora, o custo alternativo do cliente como prioridade e o valor marginal da Petrobras serão as referências de mercado. “A estratégia comercial usa referências de mercado como: (a) o custo alternativo do cliente, como valor a ser priorizado na precificação, e (b) o valor marginal para a empresa. O custo alternativo do cliente contempla as principais alternativas de suprimento, sejam fornecedores dos mesmos produtos ou de produtos substitutos, já o valor marginal é baseado no custo de oportunidade dadas as diversas alternativas para a companhia dentre elas, produção, importação e exportação do referido produto e/ou dos petróleos utilizados no refino”, diz trecho do comunicado. 

Ainda conforme a nota no portal, as premissas são preços competitivos por polo de venda, participação “ótima” da estatal no mercado, otimização dos seus ativos de refino e rentabilidade de maneira sustentável.  

“Com essa estratégia comercial, a Petrobras vai ser mais eficiente e competitiva, atuando com mais flexibilidade para disputar mercados com seus concorrentes. Vamos continuar seguindo as referências de mercado, sem abdicar das vantagens competitivas de ser uma empresa com grande capacidade de produção e estrutura de escoamento e transporte em todo o País”, disse ao portal Jean Paul Prates, presidente da Petrobras. 

Em vigor desde 2016, as regras determinavam que o preço dos produtos no mercado interno acompanharia as oscilações do mercado exterior, ou seja, a intervenção do governo para garantia de menores preços era descartada. Com as novas normas, os aumentos nos preços irão continuar, mas sem periodicidade definida, o que evita o repasse da volatilidade e do câmbio internacionais aos preços internos.

“A precificação competitiva mantém também um patamar de preço que garante a realização de investimentos previstos no planejamento estratégico. A Petrobras reforça seu compromisso com a geração de valor e com a sustentabilidade financeira de longo prazo, preservando a sua atuação em equilíbrio com o mercado, ao passo que entrega aos seus clientes maior previsibilidade por meio da contenção de picos súbitos de volatilidade”, acrescenta o comunicado. 

O grupo executivo de mercado e preço da estatal, formado por Jean Paul Prates e pelos diretores de Logística, Comercialização e Mercados e pelo Financeiro e de Relacionamento com Investidores continuará decidindo os valores. No comunicado divulgado pela Petrobras, entretanto, não há indicação de fórmula que será usada para cada fator para o novo cálculo desses novos valores.

 

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